sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

BRASIL FIO A FIO – BORDAR, CRIAR E COMPARTILHAR



Uma viagem pelo bordado brasileiro, através das tradições, criação e produção de grupos de várias regiões do país.
O evento terá exposição, oficinas, Prosa e Bordado (bate-papo com os grupos) e Diálogos (palestras).
De 18 de fevereiro a 13 de março de 2011
Sala de Oficinas 1 e Sala de Leitura – 2º andar - SESC Pinheiros, Rua Paes Leme 195, São Paulo


PROSA E BORDADO
Apresentação do projeto, numa roda com os participantes e a curadora Beth Ziani, seguida de contação de histórias com o Grupo Tudo era uma vez (Belo Horizonte/MG).
Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
18/02. Sexta, às 19h.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Matizes Dummont: formado por seis artistas plásticos de uma mesma família de Pirapora-MG. São arte-educadores, ambientalistas que integram o Instituto de Promoção Cultural Antônia Diniz Dumont – ICAD. Há mais de uma década se dedicam às artes plásticas, à ilustração de livros bordados e à arte-educação. Ainda que trabalhando em grupo, cada um dos integrantes tem seu caminho, de acordo com a sua formação profissional. Principais áreas de atuação dos integrantes do grupo Matizes Dumont: inclusão Social por meio da Arte; Educação Popular; Cultura Popular; Saúde e Meio Ambiente; Processos de grupo; Planejamento. Alguns livros publicados : Abc do rio São Francisco, Menino do rio Doce, Amazonas águas, pássaros, seres e milagres, Exercícios de ser criança.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Leitura, 2º andar.
19/02. Sábado, das 18h30 às 20h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Teia de Aranha: composto por nove mulheres que há 10 anos se reúnem semanalmente, no bairro do Butantã em São Paulo, para criar e expressar, através do bordado, imagens sugeridas pela literatura e pela tradição cultural. Em 2009, realizou: De Danúbio ao São Francisco – Guimarães Rosa para Todos, uma leitura da vida e obra do escritor em oito painéis bordados, em comemoração ao centenário do seu nascimento. Além dessas iniciativas, o bordado foi difundido em vários espaços culturais e núcleos sociais. Foram realizadas oficinas com o MST – Movimento dos sem terra, em Ribeirão Preto(2007/2008), - com jovens da periferia da cidade(2008), com moradores de albergue(homens), com a terceira idade, no SESC e em comunidades de Minas Gerais (Cidades do Circuito Literário Guimarães Rosa). Atualmente, trabalha com a obra do escritor moçambicano Mia Couto e participa do projeto Bordar São Paulo com os grupos de bordadeiras: Mãos de Ariadne, Laços e Traços e Ponto a Ponto

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Leitura, 2º andar.
20/02. Domingo, das 18h30 às 20h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Estrelas do Sertão (Codisburgo/MG): criado em 2003, pela Associação dos Amigos do Museu casa Guimarães Rosa, surgiu nos Encontros da Terceira Idade nas Semanas Roseanas, em Cordsiburgo/MG, cidade natal do escritor João Guimarães Rosa. Atualmente o grupo é composto por 35 componentes entre 50 a 97 anos, que se encontram duas vezes por semana. São mães, tias, avós, irmãs que aceitam o convite e se debruçam sobre mais um desafio, a trama de um fio tênue: a lembrança vivida no sertão. Vários projetos foram desenvolvidos com o estímulo de retratar a literatura Roseana e por consequência a paisagem e a cultura sertaneja. O grupo publicou o livro O coração do lugar – Depoimentos para Guimarães Rosa, com ilustrações em bordado.

Grupo Bordadeiras de Morro da Garça (Morro da Garça/MG): surgiu em atividades da cidade e fortaleceu-se nas Semanas Culturais da cidade, a partir de oficinas propostas pelo Teia de Aranha. Vários painéis coletivos foram desenvolvidos, entre os quais um que representa a história do Morro da Garça e contou com a participação de aproximadamente 50 pessoas da comunidade.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
23/02. Terça, às 19h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Bordadeiras de Andrequicé: nasceu em julho de 2004, na Semana Cultural Festa de Manuelzão,no Distrito de Andrequicé/Três Marias . A convivência com tradições culturais, a memória de personagens e paisagens da literatura do escritor Guimarães Rosa e as transformações do cerrado trazem inspiração para tecerem suas impressões artísticas sobre o fazer sertanejo e a paisagem da região, bordando com linhas coloridas imagens vividas no cotidiano.
As onze senhoras, atualmente, demonstram sua sensibilidade em telas, em linha e cor e produzem obras únicas com técnica apurada e design próprio, elaborando trabalhos representativos das artes existentes nas veias do sertão.

O grupo participa de outros projetos e grupos culturais no Ponto de Cultura Memorial Manuelzão. Iniciaram com jovens meninas o grupo Gatas Bordadeiras e criaram oficinas de bordado para os garotos interessados. Com bordadeiras de cidades da margem do rio São Francisco, desenvolvem o projeto Artes em Ambientes Aquáticos em que divulgam por meio do bordado a relevância das veredas e do cerrado para o sistema hídrico do Rio.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
24/02. Quinta, às 19h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Mãos de Ariadne (São Paulo): na mitologia grega, Ariadne foi a heroína que deu a seu amado um novelo de lã para que ele conseguisse sair com vida de um perigoso labirinto – bastava seguir o fio para achar o caminho. A lenda inspirou o grupo Mãos de Ariadne, formado em 2004 por amigas que queriam desvendar os segredos do bordado. As linhas e tramas cresceram, entrelaçaram-se e o resultado foi um grupo que hoje conta com doze integrantes, de idades e profissões diferentes. O que elas têm em comum? Todas se reúnem uma vez por mês com o objetivo de colocar seus pontos em projetos coletivos que servirão para decorar o quarto de uma criança, a cama de um casal, o berço de um recém-nascido.... Além disso, é claro, objetivam o prazer de estar juntas, arrematando os preciosos fios que ajudam a atravessar o “labirinto” do dia-a-dia.

Grupo Ponto a Ponto (São Paulo): no início de 2008, Iara, Rioco, Enid, Isadora e Cleuzer, mulheres de diferentes origens e atividades, reuniram-se para bordar a maternidade: um painel para presentear a "Casa de Parto Ângela" da Comunidade Monte Azul.

O grupo coordenou uma oficina na Comunidade rural Canta Galo, em Gonçalves, MG que resultou num grande painel retratando a história da cidade e o seu cotidiano. Participaram 28 pessoas de diferentes idades.
Atualmente desenvolve o projeto Mata Atlântica e dedica-se ao projeto Bordar São Paulo em conjunto com os grupos Teia de Aranha, Laços e traços e Ariadne.

Grupo Laços e Traços (São Paulo): nasceu em 2004, é composto por 15 mulheres de uma mesma família: irmãs, cunhadas e tias que bordam como forma de enriquecer os laços afetivos. A maioria dos projetos acontece a partir dos eventos familiares, aniversários, nascimentos e datas comemorativas.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficina 1, 2º andar
26/02. Sábado, das 18h30 às 20h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Bordadeiras do São Joaquim (Carapicuíba/São Paulo): constituído por doze senhoras ligadas à Associação São Joaquim. Trabalham temas relacionados ao dia a dia, como a cidade, a família, a casa. Utilizam em seus painéis técnicas de aplicação e bordado. Desenvolveram um projeto relacionado à história de Carapicuíba que resultou em um painel.

Grupo Maria Maria - ACTC-SP/SP (Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração) tem como objetivo fortalecer as mães/acompanhantes no enfrentamento da situação-problema, por meio da criação de um espaço sócio-educativo que contribua para a valorização da cultura de sua região de origem e a ampliação de seu repertório de conhecimento.

Um dos mais belos frutos dessa atividade é a produção do Artesanato Maria Maria, com o desenvolvimento de produtos como almofadas, panos de prato, jogos americanos, bolsas, colchas, entre outros. Este material, rico em arte, histórias de vida e cultura, retrata a dedicação de todas as mães/acompanhantes no desenvolvimento de seus bordados. Assim, encontram a oportunidade de superar o momento de crise.

Publicaram o livro Linhas da vida que reúne narrativas da tradição oral brasileira, contadas e ilustradas com bordados de mães/acompanhantes e adolescentes da ACTC.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Leitura, 2º andar.
27/02. Domingo, das 18h30 às 20h30.


Relato de experiência e bate papo - Grupo Bordadeiras do Morro de São Bento (Santos), inicialmente composto por seis mulheres nascidas na Ilha da Madeira (Portugal), que tinham a tradição do bordado em suas mãos. Em meados de 1980 aproximadamente 60 senhoras fundaram a União das Bordadeiras do Morro São Bento. Começaram a dar aulas de bordado, ampliando os horizontes para que esta arte não morresse aqui no Brasil. Gisela Kodja publicou o livro - Bordadeiras do Morro São Bento – A vida tecida entre o linho e as linhas, em que a jornalista descreve a importância da vida dessas mulheres.

Tecendo nossa História (São Paulo) – o projeto trabalha para que o ser humano reconheça suas potencialidades e permita nascer o desejo e a capacidade para planejar o próprio futuro. Atua junto àqueles que sofrem com a exclusão – cultural, social e/ou econômica – para que eles possam buscar e criar outras realidades.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
02/03.Quarta,às19h30.


OFICINAS

Bordar o Ser
Oficina que visa estimular o olhar e a escuta sensíveis, fundamentais ao momento atual, estabelecendo o diálogo e revelando o bordado como forma de expressão. Trata-se de uma vivência psico-pedagógica, onde se utiliza o bordado, história de vida, práticas corporais, e outras linguagens da arte. Mediador do processo de discussão, o ato de bordar favorece e estimula a participação, o prazer e a alegria de criar dos integrantes do grupo. Com o Grupo Matizes Dummont (Pirapora/ MG).
25 vagas. Grátis. Inscrições no local 30' antes.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
19/02, 20/02. Sábado, das 10h30 às 13h e das 15h às 17h30.

Bordescrevendo Guimarães Rosa
A oficina será inspirada no universo sertanejo estimulado a partir de trechos da obra do escritor conterrâneo do grupo de bordadeiras Estrelas do Sertão. Os participantes escolherão cenas para bordar a partir de textos lidos . Os bordados serão integrados em um painel coletivo. As técnicas de preenchimento no bordar serão destacadas no processo da oficina. Com Grupo Estrelas do Sertão (Cordisburgo/MG).
30 vagas. Inscrições 30' antes no local. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
22/02, 23/02, 24/02, 25/02. Terça a sexta, das 10h às 12h30.

Cenários do Rosa
A oficina tem a proposta de estimular uma viagem bordada pela imaginação através do conto “Uma Estória de Amor (Festa de Manuelzão)” do livro Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa, sobre vivências na Vila de Andrequicé (Três Marias – Minas Gerais). Serão desenvolvidas técnicas de aplicação e bordado com Bordadeiras de Andrequicé/Três Marias-MG.
30 vagas. Inscrições no local 30' antes. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
22/02, 23/02, 24/02, 25/02. Terça a sexta, das 14h30 às 17h.

A Cidade de São Paulo
A proposta da oficina é alinhavar um conceito da cidade de São Paulo. Os participantes irão representar o cotidiano e os elementos da realidade urbana, a partir de técnicas de aplicação de tecido e bordado. Com Grupo São Joaquim (Carapicuíba/SP).
30 vagas. Inscrições no local 30' antes. Grátis.
Sala de Oficinas, 2º andar.
26/02, 27/02. Sábado e domingo, das 10h30 às 13h e das 15h às 17h30.

A Magia do Bordar
A oficina foca-se no fazer artístico a partir do ato de bordar. Uma vivência coletiva em que os participantes são envolvidos no universo tátil e visual do pano de juta, das lãs e suas cores, possibilitando trocas nas vivências individuais e enriquecendo o repertório dos participantes. Na experiência única do fazer artístico, sobre o pano de juta, áspero, cru e tenso depositam-se flores e pássaros, máscaras e imagens, coisas e sonhos, tudo aquilo que preenche de alegria nosso universo interior, nosso sonho em busca de um despertar do humano que habita em nós. Com Pedro João Cury (São Paulo/SP).
Acima de 15 anos, ambos os sexos, desde que não sofra com alergia a poeira/rinite alérgica. 25 vagas. Inscrições no local 30' antes..
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
01/03 a 04/03. Terça a sexta, das 10h às 12h30.

Ilustrando Bordando
A partir das técnicas de colagem de tecido e bordado, busca-se proporcionar a vivência de ilustrar as próprias histórias escritas. A proposta é trabalhar a poesia como estímulo à criação de texto e do desenho usando depois técnicas de ilustração em tecido e bordado. Com Ana Thaís e Maria do Carmo (Ceará).
25 vagas. Inscrições no local 30' antes. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
01/03, 02/03, 03/03, 04/03. Terça a sexta, das 14h30 às 17h.

Tecendo Imagens de Carnaval
A oficina aproveita o período de carnaval para estimular essa tradição através do bordado. A partir de canções carnavalescas, cantigas de roda, da memória de fantasias, adereços e dos bailes de carnaval, os participantes desenvolverão um painel coletivo que retrate essa festa tradicional da cultura brasileira a partir de suas referências pessoais. Com o Grupo Teia de Aranha.
A partir de 10 anos. 30 vagas. Inscrições no local 30' antes. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
05/03, 06/03. Sábado e domingo, das 10h30 às 13h e das 15h às 17h30.


DIÁLOGO E REFLEXÕES SOBRE O BORDADO NA CONTEMPORANEIDADE

BORDAR E COMPARTILHAR - bordar em grupo constitui uma força criativa, propicia a junção do pensar e do fazer, reaviva nossa memória afetiva, provoca uma troca que ultrapassa o limite do verbal e fortalece a sensação de estarmos inseridos no mundo. Com Rioco Kayano, que trabalhou de 1977 a 2004 no Centro de Saúde-Escola do Butantã,vinculado a Faculdade de Medicina da USP na área de Saúde Coletiva, Saúde Mental e de Educação em Saúde. Em 2001, participou da criação do grupo Teia de Aranha interagindo a arte do bordado com a literatura. Estimulou a criação de mais três grupos de bordado: Mãos de Ariadne(2004), Laços e Traços(2004) e Ponto a Ponto(2006). Participa dos quatro grupos que têm a finalidade do encontro para criar coletivamente pela arte do bordado.

OS USOS DO BORDADOS - seu trabalho alinhava todos os usos desse fazer manual, mostrando sua funcionalidade e aplicação no mundo contemporâneo, como forma de pertencimento, sociabilidade e resgate de identidade, como arte e até como item exclusivo. Com Cleide Floresta, bacharel em comunicação, com habilitação em jornalismo pela Universidade Metodista, com pós-graduação em jornalismo cultural pela PUC-SP e mestrado em moda, cultura e arte pelo Senac-SP. É co-autora do livro Técnicas de reportagem e entrevista: roteiro para uma boa apuração (2009), da editora Saraiva.

Acesso Livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
22/02. Terça, às 19h30.


NAS TRAMAS DA VIDA - reconstruindo histórias, fruto de uma experiência coletiva, o encontro entre o narrar e o bordar propiciou uma experiência integradora da alma, da voz e do gesto. Ensaiando pontos, juntando fios e cores, as mulheres da ACTC trazem para o bordado seus saberes e vão compondo um tempo em que é possível lidar com a angústia e com a espera. Com Cristina Macedo, mestre em Ciências Sociais, atua como professora na Biblioteca da Escola Vera Cruz e como educadora, no projeto Maria Maria do Instituto de Crianças Transplantadas Cardíacas (ICTC). Publicou os livros, De boca em boca: histórias de todos os cantos do Brasil e Memórias e olhares.

TECENDO NOSSA HISTÓRIA - trajetória, metodologia e perspectivas, o projeto Tecendo Nossa História completou nove anos e estimula os participantes das oficinas a contarem suas histórias, olharem para a realidade em que vivem, darem uma forma para esse olhar, expressando-o no bordado. Com Valdirene Gomes, graduada em Ciências Sociais/UNESP, pós-graduada em Arte Integrativa (Universidade Anhembi Morumbi). Especializada em The Expressive Stitch (curso baseado numa tradição indiana em que as mulheres bordam contando a sua própria história num painel construído coletivamente) pela Metchosin International Summer School of the Arts, no Canadá. Criou o Projeto Tecendo Nossa História, em 2002, resultado da busca por uma forma de trabalhar com pessoas em situação de miséria econômica, abordando os problemas coletivos e ao mesmo tempo possibilitando o desenvolvimento da individualidade.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
25/02. Sexta, às 19h30.


A ARTE COMO INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO, um breve histórico sobre a arte de bordar e o bordado na literatura infantil. Com Ana Thaís, nascida no interior do Ceará , teve sua infância povoada de histórias, brincadeiras e cantigas. Na educação encontrou o caminho para a sua realização pessoal. Atua em programas de formação de professores e coordena o projeto Nas ondas da Leitura, mobilizando a família e a escola para o estímulo à leitura e à escrita. É autora dos livros A Gata Borralheira, entre outros, ilustrados com bordados.

LITERATURA E BORDADO, a experiência de bordar a partir de textos literários e a aplicação desses resultados como novos meios de estimulo à leitura e à criação. Com Beth Ziani, pós-graduada em Literatura, participa da organização de Semanas Culturais em cidades do Circuito Literário Guimarães Rosa/ MG. Integra o grupo Teia de Aranha. Idealizadora do projeto De Danúbio ao São Francisco, Guimarães Rosa para todos, iconografia bordada da vida e obra do escritor mineiro. Desenvolve o projeto Memória Viva com ações em São Paulo e Minas Gerais. Atualmente, estrutura o Núcleo de Pesquisa Literatura Viva.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
01/03. Terça, às 19h30.


OS FIOS QUE DÃO SENTIDO, o trabalho com bordado constitui uma caminhada, que se distingue por um construir não apenas de imagens que nos falam “costuradas” sobre pano, mas, acima de tudo o que se descortina. É o entendimento do bordar como um passo a passo mais próximo de uma reflexão sobre o que significa o ato de fazer. O tempo de bordar torna-se o do próprio viver. Com Pedro João Cury, instrutor na área de Criatividade, Valores Humanos e Empreendedorismo em programas motivacionais para grupos de jovens e adultos em situação de risco e conflito com a lei, professores e agentes sociais, profissionais de segurança pública e privada, e com executivos. Artista plástico e gestor do Movimento = + ?, trabalha com bordados produzidos com pano de juta, lãs, linhas e barbantes e na idealização e construção de uma escola de arte-educação, para a formação do artesão-aprendiz através do lema A Arte Vale Uma Escola.

COMO FAÇO E PORQUE FAÇO - a importância do bordado na atualidade. Com Claudia Johnsen, Arte- educadora, coordenadora do Grupo de Bordadeiras da São Joaquim (São Paulo/Carapicuíba), desenvolve trabalhos com o Grupo de Bordadeiras de Andrequicé (Minas Gerais).

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
03/03. Quinta, às 19h30.


EXPOSIÇÃO

Mostra Integrada de Bordado
Exposição de trabalhos de 14 grupos de diferentes partes do Brasil.
Cenografia – Anne Vidal
Sala de Oficinas 1, 2º andar. Grátis.
De 19/02 a 13/03. Terça a sexta, das 10h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriado, das 10h30 às 18h30.


CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Histórias Contadas
Narração de histórias de tradição oral e literária para crianças, jovens e adultos. Com a narradora mineira Elisa Almeida do grupo Tudo Era Uma Vez de Belo Horizonte/MG.
Sala de Leitura, 2º andar.
Grátis, acesso livre até o limite de vagas.
19/02, sábado, às 14h.

Canto Livro – História de Mulher
No mês da mulher, Joana e Jean Garfunkel e Natan Marques contam e cantam histórias de mulheres, formando um caleidoscópio de facetas femininas.
Acesso livre até o limite de Vagas. Grátis.
Sala de Oficinas 1, 2º andar.
11/03. Sexta, às 19h30.

Um comentário:

  1. http://memoriasbordadas.blogspot.com
    incrivel,mandei um projeto em outubro para o SESC e apliquei em janeiro em São Carlos no mesmo SESC...o blog acima foi feito para divulgar a pesquisa e o reultado do trabalho

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